<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254</id><updated>2011-04-21T21:16:10.998-03:00</updated><category term='fotografia'/><category term='tecnologia'/><category term='música'/><category term='geografia'/><category term='imaginadouro'/><category term='literatura'/><category term='futebol'/><category term='cotidiano'/><title type='text'>imaginadouro</title><subtitle type='html'>Literatura, música, futebol, política, religião, humor, notícias, crítica, fotografia, geografia, história e arte</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://imaginadouro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-5276851574695303338</id><published>2007-09-25T17:54:00.000-03:00</published><updated>2007-09-27T16:07:59.683-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imaginadouro'/><title type='text'>Entrevista com Deus</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O relativo sucesso dos livros “Deus – Um Delírio”, de Richard Dawkins e “Deus Não É Grande”, de Christopher Hitchens tem levado a vários debates entre os autores e religiosos de diversas correntes, ressentidos com as afirmações ateístas contidas nos dois livros. Não é nosso objetivo colocar um ponto final nessa questão, mas acreditamos que podemos trazer muita luz a essa discussão entrevistando quem melhor pode falar sobre Deus: o próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso enviado especial Gabriel Mitzer conseguiu essa entrevista com Deus. Não vamos entrar no mérito de como ela foi obtida, podemos dizer que foi muito mais fácil do que se imagina. Deus esteve sempre acessível e nos recebeu com amor. Diante da insistência de Gabriel em alguns temas mais delicados, mostrou paciência e recorreu a parábolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Estão dizendo por aí que o Senhor não existe. O que o Senhor tem a dizer? O Senhor existe ou não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Sim, eu existo. Não fico mais surpreso com essa notícia de que eu não existo. Volta e meia lançam esse boato. Já estou acostumado. A verdade é que nunca me escondi de ninguém. Sempre estive à disposição de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – As pessoas estão pedindo uma prova. O Senhor poderia dar uma prova da sua existência?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Sim, eu poderia, mas será que fará alguma diferença? Na verdade existem milhões de provas por aí, mas de que adianta? Nenhuma prova é suficiente, sempre querem mais e mais... No meu entender, não se trata de uma questão de produzir mais provas, ou de produzir uma prova irrefutável. A questão consiste no homem compreender e reconhecer as provas que aí estão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Como assim? Poderia explicar melhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – O homem não me aceita como sou. Ele quer que eu seja do jeito que ele quer. Isso eu não vou fazer. Não vou mudar a minha natureza para satisfazer os caprichos do homem. A prova que o homem quer que eu dê, eu não posso dar. Não posso mostrar-me do jeito que não sou. Além do mais, há homens capazes de compreender as provas que aí estão. Sempre houve. Sinal de que o problema não está na qualidade das provas, mas em quem as examina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – E onde estão essas provas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Em tudo. Em toda a parte. O tempo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Isso não é muito vago? Diante da imensidão do Universo, encontrar essa prova é achar uma agulha no palheiro. O Senhor poderia dar uma dica para alguém que está em busca de uma prova? Por onde começar a procurar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Sim, claro. Mas não vou dar uma dica só, pois estaria sendo injusto. Você sabe que nenhum homem é igual a um outro homem. Há os que conseguem me ver ao observar a natureza, embora outros estejam cegos quanto a isto. Outros encontram essa prova na religião, ou nos livros. Outros ainda, na matemática, ou na arte. As possibilidades por onde começar são tantas quantas as preferências e particularidades de cada um. Portanto não faz muita diferença por onde começar, já que eu estou em toda a parte. Cada um deve procurar onde se sentir mais confortável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – O Senhor mencionou a religião e os livros. Quais? A Bíblia ou o Corão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Tanto faz. Poderia ser ainda os Upanishades, o Tao Te Ching, o Torá ou o I Ching. Como preferirem. Se a pessoa não tiver queda para a religião talvez queira ler o que os filósofos escreveram sobre mim. Platão, Kant, Schopenhauer e Nietsche, por exemplo. Lembre-se que eu estou em toda a parte e posso ser encontrado tanto em um romance russo como em uma bula de remédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Parece tão fácil e tão difícil ao mesmo tempo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – É verdade. Tudo é uma questão de saber o que se está procurando. Dificilmente encontraremos uma coisa que estamos procurando se não sabemos como ela é, ou pior ainda, se a imaginamos totalmente diferente de como ela é, mesmo que ele esteja em toda a parte. Imagine a seguinte situação: um homem pede a um outro para procurar provas da existência do ar, mas o segundo não sabe o que é o ar. Um terceiro diz que o ar é um gás vermelho. Ambos viveram em contato com o ar desde o nascimento, mas não sabem descrevê-lo e negam sua existência. Mais ou menos o que acontece comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Entendi. O homem tem uma idéia preconcebida de como o Senhor é e por isso não consegue reconhecê-lo quando o vê. O Senhor poderia nos ajudar? Como o Senhor realmente é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – É muito difícil dizer como realmente somos. É como darmos uma descrição perfeita de nós mesmos, não? Tente fazer uma descrição perfeita de si mesmo. Imagine que tipo de descrição poderia fazer com que qualquer um imediatamente o reconheça quando o vir? Consegue fazê-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Eu certamente não, mas não dizem que Deus pode tudo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Sim, eu poderia fazê-lo, muito embora uma descrição perfeita de mim fosse de pouca utilidade para o homem. Provavelmente seria tão grande quanto o próprio universo. O mapa perfeito está na escala 1:1, mas nunca fizeram um mapa nessa escala, pois ele seria tão grande quanto a própria Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – O mapa não precisa ser uma representação perfeita da Terra para ser útil ao homem e orientá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Bom argumento. Vou usá-lo na minha resposta. O homem escolhe a escala do mapa dependendo do seu objetivo, certo? Usa uma escala menor quando quer fazer um mapa-múndi. Quando quer mais detalhamento usa uma escala maior. Você me pede então uma descrição em escala de mim mesmo. Qual escala devo usar para descrever-me? Pense bem, não posso ser injusto nessa hora. Devo escolher uma escala que atenda a todas as necessidades de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Concordo que isso é impossível. Cada um tem uma necessidade diferente. Não podendo atender a todos, não atende a ninguém. Mas não estaria o Senhor sendo mais injusto assim, negando uma descrição digamos em uma escala pequena que poderia ser de grande valor para as pessoas que irão ler esta entrevista? Algo que ajude o homem a reconhecê-lo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Um caçador procura sua caça numa terra estranha. Segue suas pegadas numa trilha. Pelo formato das pegadas e profundidade da pisada imagina o tamanho da caça. Pelos restos de alimento, imagina seus hábitos alimentares. Quando o caçador finalmente se depara com a caça, reconhece-a de imediato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – O Senhor está dizendo que devemos procurá-lo como a uma caça? Seguindo o seu rastro, procurando pelos seus sinais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Definitivamente sim. Aquele que quiser me encontrar deve estar atento aos meus sinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Como o homem poderá identificar que o sinal é do Senhor? Não há o risco de seguir uma pista falsa atrás de falsos sinais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Há sempre esse risco, mas como posso descrever meus sinais? É a mesma dificuldade de descrever a mim mesmo. Digo apenas o seguinte: o caçador inexperiente está mais sujeito a cair nesse erro. Quanto maior a experiência do caçador, mais facilmente ele chega à caça desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – E alguém que nunca caçou? Como deve começar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – A maneira mais fácil é procurar ser um aprendiz de um caçador experiente. Mas há outras maneiras. Não costumam dizer que a necessidade faz o sapo pular? Quem não tem cão caça com gato?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Além de parábolas, o Senhor também gosta de ditados populares?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – A voz do povo é a voz de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Com relação aos livros que questionam a sua existência e já se tornaram best-sellers, o que o Senhor tem a dizer? Como rebate os argumentos de Dawkins e Hitchens de que o Senhor não existe?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Há muita ignorância e confusão em torno deste assunto. A maioria dos argumentos destina-se a atacar a religião, e não a negar a minha existência. Como podemos rebater esses argumentos se eles estão corretos, do ponto de vista da educação cartesiana que os autores receberam? Por outro lado, os argumentos são simplórios se considerados sob o ponto de vista das ciências humanas e os autores não resistiriam a um debate com qualquer estudante segundanista de antropologia ou mitologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Um dos temas centrais de Hitchens é que os deuses são criados pelo homem e não o contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – E ele está absolutamente certo quanto a isso! A criação dos deuses pelos homens é uma característica da sociedade humana. Não há sociedade sem religião. Nunca houve. A religião tem servido à humanidade, entre outras coisas, para explorar e explicar o desconhecido. Enquanto a ciência ainda não era capaz de dar explicações sobre os fenômenos, a religião cumpriu este papel. E cumpriu bem. Os deuses e mitos criados pela religião persistem até hoje, o que prova que as religiões não são tão ruins assim, caso contrário não teriam durado séculos. À medida que a ciência avança e é capaz de explicar melhor que a religião um determinado fenômeno, é normal que, aos poucos, aquele mito seja esquecido. Thomas Kuhn explicou muito bem como as mudanças de paradigma acontecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Pelo que entendi, o Senhor então não se sente atingido por esses ataques por que não se identifica com nenhum mito criado pelo homem. É isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Um gigante chega a uma terra habitada por um povo minúsculo. O seu tamanho lhe permite realizar tarefas que seriam impossíveis ao pequeno povo do lugar. Constrói represas, desvia o curso dos rios, derruba montanhas para aterrar pântanos pestilentos, além de proteger o povo de toda a sorte de perigos, conquistando assim o respeito e a admiração do povo do lugar, que o proclamam rei. Os habitantes do lugar desejam fazer uma pintura com a imagem de seu novo rei e organizam um concurso. Vários artistas se inscrevem e cada um faz uma pintura bem diferente da outra. Uma pintura mostrava uma montanha, uma outra representava uma caverna. Uma terceira parecia uma enorme cobra! Acontece que o gigante era tão grande que dependendo do ponto de vista de cada artista, apenas uma parte dele podia ser vista. O primeiro artista pintou o gigante de longe e achou-o tão alto quanto uma montanha. O segundo artista pintou-o de perto, quando ele estava dormindo, mas a única coisa que conseguiu ver foi o buraco de suas narinas, que lhe pareceu uma enorme caverna. E o último artista viu apenas um fio de cabelo do gigante, que lhe pareceu semelhante a uma cobra. Mostraram os três quadros ao gigante e pediram que escolhesse o melhor. O gigante não se reconheceu em nenhuma das três pinturas, mas não pôde confessá-lo, em respeito ao amor do povo por ele e ao esforço dos artistas em retratá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Uma crítica que é feita ao livro de Hitchens consiste no fato de que ele é tão confiante em sua descrença quanto é qualquer fundamentalista em sua crença. Dawkins rebate esta crítica dizendo que “não cabe ao ateu provar a inexistência de um unicórnio invisível na sala, e ele não pode ser acusado de confiança excessiva em sua descrença”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – O que estamos discutindo? Graus de confiança em sua própria crença ou descrença? A crença do homem nunca lhe parece excessiva. O mesmo não acontece com a crença do próximo, que por vezes nos parece excessiva. Se o homem não fosse tão etnocêntrico, o ateu não consideraria excessiva a crença do próximo, e tampouco sua descrença seria considerada excessiva. Penso que a humanidade deveria estudar mais antropologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – Dawkins sustenta que “o ateu afirma a coisa simples: de todos os milhões de entidades imagináveis, creio apenas naquelas de cuja existência existem provas – trombones, pelicanos e elétrons, por exemplo, mas não unicórnios ou duendes nem Thor com seu martelo nem Ganesha, o deus-elefante, nem o Espírito Santo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Os três exemplos de entidades, citados por Dawkins, em que o ateu crê – trombones, pelicanos e elétrons são materiais, mas há gradações. Quero dizer que é mais fácil acreditar na existência de trombones e pelicanos do que num elétron. Hoje em dia, sabemos que os elétrons existem, mas existirão os elétrons para sempre? Pode um cientista afirmar com 100% de certeza que a crença na existência dos elétrons não sofrerá nenhum abalo na forma de um novo paradigma por toda a eternidade? A ciência está evoluindo continuamente e daqui a 100 anos o homem poderá achar o elétron um modelo atômico tão infantil quanto o pudim de ameixas de Thomson é para o homem atual. Em segundo lugar, Dawkins não foi feliz na escolha dos exemplos. Penso que deveria ter escolhido entidades imateriais. É muito mais fácil encontrar provas da existência de entidades materiais do que de entidades imateriais, como eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;gabriel mitzner&lt;/strong&gt; – O Senhor não é feito de matéria, como nós?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Deus&lt;/strong&gt; – Claro que não. Sou imaterial. Não há nenhum sentido em me comparar a trombones, pelicanos ou elétrons. Muito mais sentido há em comparar-me ao unicórnio rosa invisível. Só que há uma diferença fundamental entre nós: ninguém crê na existência do unicórnio. Vamos facilitar o andamento desta discussão sugerindo um novo elemento na discussão. Uma entidade imaterial em que boa parte dos ateus acredita: a democracia. E, no entanto, onde estão as provas da existência da democracia? Muitos ateus norte-americanos juram que vivem num país democrático, apesar de Guantánamo. As provas que aprenderam na escola lhes bastam. Para outras pessoas essas provas não são suficientes. Há quem diga até que a democracia só existiu realmente na Grécia antiga. As provas são relativas. O que é aceito como prova para um, pode não ser para outro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;(continua amanhã...)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-5276851574695303338?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/5276851574695303338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/5276851574695303338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/09/entrevista-com-deus.html' title='Entrevista com Deus'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-1172440197223108716</id><published>2007-03-24T21:34:00.000-03:00</published><updated>2007-03-24T21:38:05.117-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>O sino de ouro</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_941HUQCEapU/RgXEHGe6Z6I/AAAAAAAAACk/An8JWbCJmkM/s1600-h/sino.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5045654583816906658" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_941HUQCEapU/RgXEHGe6Z6I/AAAAAAAAACk/An8JWbCJmkM/s400/sino.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Contaram-me que, no fundo do sertão de Goiás, numa localidade de cujo nome não estou certo, mas acho que é Porangatu, que fica perto do Rio do Ouro e da serra de Santa Luzia, ao sul da serra Azul – mas também pode ser Uruaçu, junto do Rio das Almas e da serra do Passa Três (minha memória é traiçoeira e fraca; eu esqueço os nomes das vilas e a fisionomia dos irmãos; esqueço os mandamentos e as cartas e até a amada que amei com paixão) – mas me contaram em Goiás, nessa povoação de poucas almas, as casas são pobres e os homens pobres, e muitos são parados e doentes e indolentes, e mesmo a igreja é pequena, me contaram que ali tem – coisa bela e espantosa – um grande sino de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrança de antigo esplendor, gesto de gratidão, dádiva ao Senhor de um grã-senhor – nem Chartres, nem Colônia, nem S. Pedro ou Ruão, nenhuma catedral imensa com seus enormes carrilhões tem nada capaz de um som tão lindo e puro como esse sino de ouro, de ouro catado e fundido na própria terra goiana nos tempos de antigamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É apenas um sino, mas é de ouro. De tarde seu som vai voando em ondas mansas sobre as matas e os cerrados, e as veredas de buritis, e a melancolia do chapadão, e chega ao distante e deserto carrascal, e avança em ondas mansas sobre os campos imensos, o som do sino de ouro. E a cada um daqueles homens pobres ele dá cada dia sua ração de alegria. Eles sabem que de todos os ruídos e sons que fogem do mundo em procura de Deus – gemidos, gritos, blasfêmias, batuques, sinos, orações, e o murmúrio temeroso e agônico das grandes cidades que esperam a explosão atômica e no seu próprio ventre negro parecem conter o germe de todas as explosões – eles sabem que Deus, com especial delícia e alegria ouve o som alegre do sino de ouro perdido no fundo do sertão. E então é como se cada homem, o mais pobre, o mais doente e humilde, o mais mesquinho e triste, tivesse dentro da alma um pequeno sino de ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando vem o forasteiro de olhar aceso de ambição e propõe negócios, fala em estradas, bancos, dinheiro, obras, progresso, corrução – dizem que esses goianos olham o forasteiro com um olhar lento e indefinível sorriso e guardam um modesto silêncio. O forasteiro de voz alta e fácil não compreende; fica, diante daquele silêncio, sem saber que o goiano está quieto, ouvindo bater dentro de si, com um som de extrema pureza e alegria, seu particular sino de ouro. E o forasteiro parte, e a povoação continua pequena, humilde e mansa, mas louvando a Deus com sino de ouro. Ouro que não serve para perverter, nem o homem nem a mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se Deus não existe não faz mal. O ouro do sino de ouro é neste mundo o único ouro de alma pura, o ouro no ar, o ouro da alegria. Não sei se isso acontece em Porangatu, Uruaçu ou outra cidade do sertão. Mas quem me contou foi um homem velho que esteve lá; contou dizendo: “eles têm um sino de ouro e acham que vivem disso, não se importam com mais nada, nem querem mais trabalhar; fazem apenas o essencial para comer e continuar a viver, pois acham maravilhoso ter um sino de ouro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem velho me contou isso com espanto e desprezo. Mas eu contei a uma criança e nos seus olhos se lia seu pensamento: que a coisa mais bonita desse mundo deve ser ouvir um sino de ouro. Com certeza é esta mesma a opinião de Deus, pois ainda que Deus não exista ele só pode ter a mesma opinião de uma criança. Pois cada um de nós quando criança tem dentro da alma seu sino de ouro que depois, por nossa culpa e miséria e pecado e corrução, vai virando ferro e chumbo, vai virando pedra e terra, e lama e podridão.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;br /&gt;Março, 1951 &lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;Rubem Braga&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-1172440197223108716?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/1172440197223108716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/1172440197223108716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/03/o-sino-de-ouro.html' title='O sino de ouro'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_941HUQCEapU/RgXEHGe6Z6I/AAAAAAAAACk/An8JWbCJmkM/s72-c/sino.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-8111598442021504833</id><published>2007-03-21T21:18:00.000-03:00</published><updated>2007-03-21T21:25:36.058-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imaginadouro'/><title type='text'>Plantão no Miguel Couto</title><content type='html'>&lt;a href="http://appaonthenet.com/photos/brain_xray_appa.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://appaonthenet.com/photos/brain_xray_appa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Os meus plantões na emergência de ortopedia do Miguel Couto sempre foram pródigos em histórias, tristes ou alegres, bizarras ou pitorescas. Só quem trabalhou algum dia em algum plantão de um hospital público carioca pode ter idéia do que estou falando. Ajudei muita gente e nunca quebrei meu juramento de Hipócrates, mas pelo menos uma vez, cheguei muito perto disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aconteceu num sábado à noite, o pior período da semana para o plantão de ortopedia. Todos os atletas de fim-de-semana se quebram no sábado e vão ao hospital à noite. A fila é uma sucessão de peladeiros com pés torcidos, ossos fraturados e ligamentos rompidos. Nesta noite chuvosa a que me refiro, a fila estava particularmente grande. Eu, sozinho no plantão, atendia um a um, diligentemente. De atendimento em atendimento, raio-x em raio-x, consegui zerar a fila às duas horas da madrugada. Esgotado, estressado e cansado, finalmente poderia tirar um cochilo para recuperar as minhas forças. Com sorte, se nenhum paciente aparecesse mais, poderia dormir até domingo de manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando já estava na cama, a enfermeira me chamou para mais um atendimento de emergência. Um paciente havia caído e machucado a mão. “Bem, ossos do ofício, vamos em frente.” Voltei ao ambulatório e vi o paciente, agitado e dando bastante trabalho à enfermeira que lutava para mantê-lo sentado na cadeira. Assim que ouvi a sua voz percebi que estava alcoolizado. E não era pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Doutor, que bom que o senhor chegou! Eu estava indo para casa quando tropecei na rua e caí no chão, em cima da minha mão. Olha só como ela está inchada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Examinei a mão do paciente cuidadosamente e não constatei nenhuma fratura. Tratava-se apenas de uma leve torção. Prescrevi gelo e um anti-inflamatório, mas ele ficou muito desapontado com o diagnóstico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Doutor, o senhor não vai engessar a minha mão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expliquei a ele que não havia qualquer necessidade, mas o homem não se convencia e por algum motivo qualquer, exigia que eu engessasse a sua mão. É claro que eu não podia fazer isso, mas não estava vendo como me livrar daquele chato a não ser fazendo o que ele estava pedindo. Quase cheguei a esse ponto, mas me contive e pacientemente expliquei a ele que não tinha havido fratura e não havia necessidade de aplicação de gesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas doutor! O senhor não vai nem tirar uma chapa?!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu juro que tentei contar até dez para não mandá-lo para aquele lugar, mas quando eu cheguei no número sete, tive uma idéia e respondi:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas é claro que vamos tirar uma chapa. Agora mesmo. Ponha a mão aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedi para o bêbado apoiar a palma da mão no negatoscópio. Liguei e desliguei a lâmpada do aparelho umas quatro ou cinco vezes. Puxei bem devagar uma radiografia da gaveta, como se estivesse saindo de uma máquina e olhei-a contra a luz. A radiografia nem era de uma mão, mas que importa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou olhando aqui, a sua radiografia está ótima. Que ossos fortes! O senhor não tem nada, está vendo? Nenhuma fratura! Está liberado para ir para casa! Boa noite.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-8111598442021504833?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8111598442021504833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8111598442021504833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/03/os-meus-plantes-na-emergncia-de.html' title='Plantão no Miguel Couto'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-6699881537451880864</id><published>2007-03-18T23:52:00.001-03:00</published><updated>2007-03-18T23:55:25.479-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Lenha - Zeca Baleiro</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ks-0eoBPFVc"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ks-0eoBPFVc" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei dizer&lt;br /&gt;o que quer dizer&lt;br /&gt;o que vou dizer&lt;br /&gt;eu amo você&lt;br /&gt;mas não sei o que&lt;br /&gt;isso quer dizer&lt;br /&gt;eu não sei por que&lt;br /&gt;eu teimo em dizer&lt;br /&gt;que amo você&lt;br /&gt;se eu não sei dizer&lt;br /&gt;o que quer dizer&lt;br /&gt;o que vou dizer&lt;br /&gt;se eu digo pare&lt;br /&gt;você não repare&lt;br /&gt;no que possa parecer&lt;br /&gt;se eu digo siga&lt;br /&gt;o que quer que eu diga&lt;br /&gt;você não vai entender&lt;br /&gt;mas se eu digo venha&lt;br /&gt;você traz a lenha&lt;br /&gt;pro meu fogo acender&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-6699881537451880864?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/6699881537451880864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/6699881537451880864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/03/lenha-zeca-baleiro.html' title='Lenha - Zeca Baleiro'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-7624009739404741334</id><published>2007-03-09T16:11:00.000-03:00</published><updated>2007-03-09T16:14:48.117-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Amy Winehouse - Back to black</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/u3fiNecML2A"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/u3fiNecML2A" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;He left no time to regret &lt;br /&gt;Kept his dick wet &lt;br /&gt;With his same old safe bet &lt;br /&gt;Me and my head high &lt;br /&gt;And my tears dry &lt;br /&gt;Get on without my guy &lt;br /&gt;You went back to what you knew &lt;br /&gt;So far removed from all that we went through &lt;br /&gt;And I tread a troubled track &lt;br /&gt;My odds are stacked &lt;br /&gt;I'll go back to black &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We only said good-bye with words &lt;br /&gt;I died a hundred times &lt;br /&gt;You go back to her &lt;br /&gt;And I go back to..... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I go back to us &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I love you much &lt;br /&gt;It's not enough &lt;br /&gt;You love blow and I love puff &lt;br /&gt;And life is like a pipe &lt;br /&gt;And I'm a tiny penny rolling up the walls inside &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We only said goodbye with words &lt;br /&gt;I died a hundred times &lt;br /&gt;You go back to her &lt;br /&gt;And I go back to &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Black, black, black, black, black, black, black, &lt;br /&gt;I go back to &lt;br /&gt;I go back to &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We only said good-bye with words &lt;br /&gt;I died a hundred times &lt;br /&gt;You go back to her &lt;br /&gt;And I go back to &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;We only said good-bye with words &lt;br /&gt;I died a hundred times &lt;br /&gt;You go back to her &lt;br /&gt;And I go back to black&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-7624009739404741334?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/7624009739404741334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/7624009739404741334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/03/amy-winehouse-back-to-black.html' title='Amy Winehouse - Back to black'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-7508297326811409185</id><published>2007-03-03T22:09:00.000-03:00</published><updated>2007-03-06T22:01:06.953-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Deixa o verão - Mariana Aydar</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9OrqQuiW7gg" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Deixa eu decidir se é cedo ou tarde&lt;br /&gt;Espere eu considerar&lt;br /&gt;Ver se eu vou assim chique à vontade&lt;br /&gt;Igual ao tom do lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu penso você sugeriu&lt;br /&gt;Um bom motivo pra tudo atrasar&lt;br /&gt;E ainda é cedo pra lá&lt;br /&gt;Chegando às 6 tá bom demais&lt;br /&gt;Deixa o verão pra mais tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa&lt;br /&gt;Deixa o verão&lt;br /&gt;Deixa o verão pra mais tarde (repete 2x)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não to muito afim de novidade&lt;br /&gt;Fila em banco de bar&lt;br /&gt;Considere toda hostilidade&lt;br /&gt;Que há da porta pra lá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu fujo você preparou&lt;br /&gt;Qualquer desculpa pra gente ficar&lt;br /&gt;E assim a gente não sai&lt;br /&gt;Esse sofá ta bom demais&lt;br /&gt;deixa o verão pra mais tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa&lt;br /&gt;Deixa o verão&lt;br /&gt;Deixa o verão pra mais tarde (2x)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uhh.. Ah, ah, aaaah&lt;br /&gt;Uhh.. Ah, ah, aaaah&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa eu decidir se é cedo ou tarde&lt;br /&gt;Espera eu considerar&lt;br /&gt;Ver se eu vou assim chique à vontade&lt;br /&gt;Igual ao tom do lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto eu penso você sugeriu&lt;br /&gt;Um bom motivo pra tudo atrasar&lt;br /&gt;E assim a gente não sai&lt;br /&gt;Esse sofá tá bom demais&lt;br /&gt;Deixa o verão pra mais tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa&lt;br /&gt;Deixa o verão&lt;br /&gt;Deixa o verão pra mais tarde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uhh.. Ah, ah, aaaah&lt;br /&gt;Uhh.. Ah, ah, aaaah&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa o verão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-7508297326811409185?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/7508297326811409185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/7508297326811409185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/03/deixa-o-vero-mariana-aydar.html' title='Deixa o verão - Mariana Aydar'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-6575411622876630596</id><published>2007-02-21T22:01:00.000-03:00</published><updated>2007-02-21T22:03:13.784-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imaginadouro'/><title type='text'>Um ovo de faturamento</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O contador Augusto de Carvalho desce do ônibus e caminha sob o sol de fevereiro, queimando seu cérebro e amaldiçoando os políticos que nunca se lembram de plantar árvores na cidade. “Não entendo isso... uma calçada inteirinha sem uma única árvore plantada... numa cidade tropical como o Rio de Janeiro! E o pior é que isto não é exceção. É a regra, pelo menos aqui na Zona Norte. Só se preocupam em plantar árvores na Zona Sul.” Ausgusto não sofre muito, pois precisa andar apenas uns cem metros até chegar ao aviário Santa Ifigênia, seu cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia, seu Artur!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom dia, Augusto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O português Artur está, como sempre, atendendo os clientes no balcão. Veste uma camiseta, um típico imigrante português, dono de um pequeno comércio. Seu Artur tem mais de sessenta anos, mas continua a trabalhar diariamente em seu aviário no Lins de Vasconcelos. Nem pensa em se aposentar. Turrão, é o maior empecilho para a tarefa que Augusto precisa cumprir: convencê-lo a declarar um faturamento na contabilidade do mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seu Artur, o senhor precisa declarar algum faturamento, senão vai acabar tendo problemas com a fiscalização...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não é possível, Augusto. A situação está muito difícil para o meu lado. Não dá para pagar imposto neste mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas, seu Artur, já é o terceiro mês que o senhor não declara nenhum faturamento. Desse jeito os fiscais vão acabar desconfiando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O português, contrariado, não responde. Olha para a porta do aviário, por onde entra um policial gordo, desleixado, que poderia ser confundido com um bicheiro, não fosse a farda que veste. Com cara de poucos amigos, se aproxima do balcão onde os dois conversam. Antes de abrir a boca, seu Artur se antecipa cumprimentando-o e diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que é seu já está separado – e, voltando-se para os fundos do estabelecimento, grita – Ô Anderson, traga a galinha que está no freezer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O policial gordo se encosta no balão enquanto espera sua galinha, que lhe é entregue em um saco plástico de supermercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Já está limpa, viu? – diz seu Artur, enquanto entrega o saco ao policial e se despede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu Artur volta-se para Augusto e retoma o assunto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Viu por que não posso pagar imposto este mês? Já pago imposto demais! Hoje é para a polícia, amanhã é para bandido, entende?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Seu Artur, eu bem sei como são essas coisas, também passo por isso no meu escritório, mas o senhor tem que entender que é muito suspeito declarar um faturamento zero. Chama muita atenção. Depois o senhor vai ter prejuízo dobrado porque vai ter que molhar a mão do fiscal também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tá certo, Augusto. Põe então aí um ovo vendido no mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Um ovo?!?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Isso mesmo, um ovo de faturamento. Mais do que isso não é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá dos fundos, Anderson vem avisar que morreu mais um frango. Seu Artur, com toda a calma, faz um muxoxo e solta essa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Com esse calor os animais não resistem muito. Já sabe o que fazer, não? Guarde-o para entregar ao soldado na semana que vem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-6575411622876630596?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/6575411622876630596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/6575411622876630596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/02/um-ovo-de-faturamento.html' title='Um ovo de faturamento'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-8144588144941070815</id><published>2007-02-20T13:27:00.000-03:00</published><updated>2007-02-20T13:35:33.958-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Águas de março - Elis &amp; Tom</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Encontrei essa pérola no Youtube, um momento mágico de Elis e Tom, transformando essa música que já era linda em algo fora de série. A história da construção da casa de campo de Tom na região serrana sob os aguaceiros de março.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jYLoxMtnUDE" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;É pau, é pedra, é o fim do caminho&lt;br /&gt;É um resto de toco, é um pouco sozinho&lt;br /&gt;É um caco de vidro, é a vida, é o sol&lt;br /&gt;É a noite, é a morte, é o laço é o anzol&lt;br /&gt;É peroba do campo, é o nó da madeira&lt;br /&gt;Caingá, candeia, é o Matita Pereira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É madeira de vento, tombo da ribanceira&lt;br /&gt;É o mistério profundo, é o queira ou não queira&lt;br /&gt;É o vento ventando, é o fim da ladeira&lt;br /&gt;É a viga, é o vão, festa da cumieeira&lt;br /&gt;É a chuva chovendo, é conversa ribeira&lt;br /&gt;Das águas de março, é o fim da canseira&lt;br /&gt;É o pé, é o chão, é a marcha estradeira&lt;br /&gt;Passarinho na mão, pedra de atiradeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma ave no céu, uma ave no chão&lt;br /&gt;É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão&lt;br /&gt;É o fundo do poço, é o fim do caminho&lt;br /&gt;No rosto o desgosto, é um pouco sozinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto&lt;br /&gt;É um pingo pingando, é uma conta, é um conto&lt;br /&gt;É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando&lt;br /&gt;É a luz da manhã, é o tijolo chegando&lt;br /&gt;É a lenha, é o dia, é o fim da picada&lt;br /&gt;É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada&lt;br /&gt;É o projeto da casa, é o corpo na cama&lt;br /&gt;É o carro enguiçado, é a lama, é a lama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã&lt;br /&gt;É um resto de mato, na luz da manhã&lt;br /&gt;São as águas de março fechando o verão&lt;br /&gt;É a promessa de vida no teu coração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma cobra, é um pau, é João, é José&lt;br /&gt;É um espinho na mão, é um corte no pé&lt;br /&gt;São as águas de março fechando o verão&lt;br /&gt;É a promessa de vida no teu coração&lt;br /&gt;É pau, é pedra, é o fim do caminho&lt;br /&gt;É um resto de toco, é um pouco sozinho&lt;br /&gt;É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã&lt;br /&gt;É um belo horizonte, é uma febre terçã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São as águas de março fechando o verão&lt;br /&gt;É a promessa de vida no teu coração&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-8144588144941070815?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8144588144941070815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8144588144941070815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/02/guas-de-maro-elis-tom.html' title='Águas de março - Elis &amp; Tom'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-1214159958402138676</id><published>2007-02-19T22:19:00.000-03:00</published><updated>2007-03-28T23:01:13.891-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imaginadouro'/><title type='text'>Um filho, um livro, uma árvore</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Há um ditado, ou melhor, uma máxima que diz que para se ter uma vida verdadeiramente completa é preciso escrever um livro, ter um filho e plantar uma árvore. Desconhecia a origem dessa máxima, que é bem disseminada aqui pelo Brasil, até hoje, quando uma consulta ao oráculo dos tempos modernos, o Google, revelou-me ser um pensamento do cubano &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/JosÃ©_MartÃ&amp;shy;"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;José Martí&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em me lembro da primeira vez que a ouvi, aos dez anos, da boca de meu pai, quando plantou uma árvore pela primeira vez. “Agora já posso morrer tranqüilo, minha vida está completa” – disse. Nunca me esqueci deste dia e suas palavras ficaram esculpidas a cinzel na parede da memória. De lá para cá, outras vezes ouvi alguém citar essa máxima, que sempre me remeteu àquela tarde em que derrubamos um pinheiro que ameaçava cair sobre nossa casa. Para uma criança, uma experiência emocionante. Em seu lugar plantamos esta jabuticabeira paulista que posso ver daqui de onde escrevo, e tantas alegrias nos tem dado, principalmente a meus filhos, com seus frutos que anunciam a chegada do verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro sentido desta máxima foi um mistério para mim. Como tudo que cai no gosto popular, repetida de boca em boca, carrega em si uma aura de sabedoria que eu não conseguia compreender em sua plenitude. Escrever um livro e ter um filho é fácil de compreender: é o homem imortalizando-se em suas idéias e em seu sangue. Mas plantar uma árvore, qual o sentido? Por que não salvar uma vida, escalar uma montanha, ter um cachorro, conhecer o mar ou ainda fundar uma cidade? Ou então fazer uma viagem, uma peregrinação como os muçulmanos que devem ir à Meca pelo menos uma vez em suas vidas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre me intrigou essa necessidade de plantar uma árvore. Um ato de amor e respeito à natureza mais do que justo e correto, mas que eu não via como pudesse ajudar a tornar completa a vida de um homem. A ficha só foi cair agora, nesses tempos de crise ambiental, ao ler um artigo sobre o mercado de carbono. A cada dia mais se fala desse mercado que, tenho certeza, será mais importante neste século do que o mercado de capitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os países, as empresas e as pessoas serão afetados pelo mercado de carbono de uma maneira que hoje nos parece ainda surreal. Será que daqui a cinqüenta anos não estaremos preocupados com nosso saldo carbônico no fim do mês? “Vou à pé ao trabalho hoje, pois já entrei no vermelho.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é consenso na ciência que a melhor maneira de se retirar carbono da atmosfera (que na forma de gás carbônico é o principal vilão do efeito estufa) é plantando árvores e mantendo vivas nossas florestas. Não inventaram até hoje uma máquina mais eficaz para acumular carbono do que a velha e boa árvore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim explica-se finalmente a equação da sabedoria popular: “Tem um filho, escreve um livro e planta uma árvore, por que assim serás imortal. Teu filho é teu sangue, a tua matéria. Teu livro é teu espírito, as tuas idéias. E tua árvore é o substrato, o ambiente que os sustenta.” &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-1214159958402138676?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/1214159958402138676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/1214159958402138676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/02/um-filho-um-livro-uma-rvore.html' title='Um filho, um livro, uma árvore'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-9087759619191980588</id><published>2007-02-19T10:33:00.000-03:00</published><updated>2007-02-19T22:18:34.349-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotografia'/><title type='text'>Formato RAW: faq</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;-Qualquer máquina digital pode tirar fotos no formato RAW?&lt;br /&gt;-Não, nem toda máquina digital foi feita para tirar fotos em RAW.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Quais as câmeras que podem tirar fotos no formato RAW?&lt;br /&gt;-Eis a lista de algumas câmeras que usam esse formato: &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/canons70/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canon Powershot S70&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/canonpro90/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canon Powershot Pro90 IS&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/canoneos300d/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canon EOS Digital Rebel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/canoneos350d/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canon EOS 350D&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, Canon EOS 400D, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/canoneos10d/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canon EOS 10D&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, Canon EOS 20D, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/canoneos30d/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canon EOS 30D&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/canoneos5d/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canon EOS 5D&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, Nikon D2X, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/nikond200/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Nikon D200&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/nikond80/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Nikon D80&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, Nikon D70, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/kodakp850/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Kodak P850&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/konicaminolta7d/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Konika Minolta Maxxum 7D&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.dpreview.com/reviews/sonydslra100/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Sony DSLR-A100&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-É verdade que cada fabricante usa um formato RAW diferente?&lt;br /&gt;-Sim, não há uma padronização. Entretanto os software de manipulação de imagens estão preparados para trabalhar com os formatos dos principais fabricantes (Canon, Nikon, Kodak, Leica, Konika, etc).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Quais as vantagens em fotografar usando o formato RAW?&lt;br /&gt;-A grande vantagem é que os ajustes na imagem podem ser feitos após a fotografia ter sido tirada. Na fotografia tradicional, os ajustes têm que ser feitos antes da foto (escolher a exposição, ajustar o white balance, etc). Os fotógrafos profissionais e experientes sabem com precisão quais ajustes devem ser feitos e não vêem muita vantagem em usar este formato. Entretanto, fotógrafos amadores de “fim-de-semana” podem ser muito beneficiados na medida em que se preocupam apenas com o enquadramento e posteriormente, por meio do software, dão à imagem um tratamento profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Quais as desvantagens em fotografar usando o formato RAW?&lt;br /&gt;-Em primeiro lugar, toda imagem RAW precisa ser posteriormente tratada por meio de software para convertê-la em algum formato que seja possível visualizar, como TIFF ou JPEG. Em segundo lugar, o formato RAW gasta ocupa muito mais espaço do que JPEG, por exemplo. Na minha câmera, consigo apenas armazenar 61 fotos RAW no cartão de memória de 512 MB. Se usar JPEG, guardo 162 imagens usando a melhor definição, e 1891 imagens na pior definição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Onde consigo o software para manipulação do formato RAW?&lt;br /&gt;-O Rawshooter Essentials 2005/6 pode ser baixado gratuitamente na &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.pixmantec.com/products/rawshooter_essentials.asp"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#3366ff;"&gt;Pixmantec&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-9087759619191980588?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/9087759619191980588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/9087759619191980588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/02/formato-raw-faq.html' title='Formato RAW: faq'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-1243142755482796838</id><published>2007-02-16T22:16:00.000-03:00</published><updated>2007-02-19T11:07:47.388-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imaginadouro'/><title type='text'>Férias em Paquetá</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Férias! Larguei o trabalho e fui com a família para a casa da sogra em Paquetá. Tá certo, tudo bem que Paquetá não é mais aquele paraíso que foi no passado, mas para quem está sem grana, sem carro e não tem nem como pensar em ir para a Região dos Lagos, Paquetá é uma tranqüilidade durante a semana. Enche um pouco nos fins de semana, mas tá é bom demais. Meus sogros são tranqüilos, não se metem na nossa vida, adoram as crianças e respeitam nossa autoridade. Enfim, dá para passar um mês tranqüilo, numa boa, na casinha nos fundos do terreno deles. Tem uma rede na varanda, uma churrasqueira no canto, um chuveiro ao lado, quem quer mais alguma coisa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 400px" alt="Paquetá" src="http://www2.ups.edu/faculty/veseth/watson/Toby/paqueta_island_and_lighthouse_backdropped_by_serro_dos_organ.jpg" border="0" /&gt;É uma pena que a baía esteja poluída e dá um certo medo ir à praia, mas as crianças vão assim mesmo. Quem pode impedi-las? A praia fica logo em frente e elas vão à pé – sem medo algum do trânsito, pois trânsito em Paquetá só de bicicletas. Eu mesmo não caio n’água, prefiro curtir as minhas férias relaxando na rede, fazendo meu churrasquinho, tomando minhas cervejinhas e fazendo minhas pescarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu sogro tem um barquinho à motor. De madrugada – vejam só, quando estou trabalhando é um custo acordar cedo! – saímos de casa e arrastamos o barco até a praia. O dia ainda está clareando e já estamos navegando em direção ao fundo da baía, onde vamos subir o rio das Palmeiras até um criadouro de robalos. Meu sogro conhece todo o macete do lugar, sabe exatamente onde parar o barco, em que curva do rio devemos largar a âncora e jogar os anzóis na água. Ele costuma me falar: “Tá vendo aquele remanso ali, é ali que nós vamos ancorar, perto daquela sombra do bambuzal. Quando estivermos chegando perto, desligue o motor e vamos no embalo até lá, para não assustarmos os peixes.” E não é que normalmente o velho acerta? Como ele pode saber que os robalos estão ali fazendo sua refeição? Experiência...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim partimos para mais uma pescaria no rio das Palmeiras. Eu guiava o barco e meu sogro fumava um cigarro na popa. O dia amanhecia e a claridade começava a iluminar o céu. Passei pelo canal que separa Paquetá da ilha de Brocoió , contornei a ilha e tracei meu curso até a boca do rio das Palmeiras, mirando no Dedo de Deus, como havia aprendido nas minhas últimas pescarias. A barra das Palmeiras é bem fácil de encontrar, para quem sabe os macetes do lugar. O dia clareava cada vez mais rápido e prenunciava um daqueles dias de calor senegalesco, sem uma nuvem no céu. Nossa idéia era voltar para casa ainda à tardinha, de preferência com o barco cheio de robalos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando perto do fundo da baía, o cheiro do mangue ficava forte. Entrei na barra do rio e comecei o zigue-zague pelos meandros, procurando aquele remanso que na nossa última pescaria, nos rendera tantos peixes. Estranhei o silêncio do meu sogro que até então não tinha falado nada e olhei para a popa. Minha espinha gelou. Não tinha ninguém na popa do barco. Cacete! O velho caiu dentro d’água! Meu coração começou a bater forte, fiquei nervoso, mas consegui manobrar o barco e dar meia volta. Olhava com atenção e nenhum sinal dele. Alcancei a barra do rio e pensei: ele deve ter caído na baía. O dia já clareava e a minha vista alcançava longe. Nada... nenhum sinal dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, lá ao longe, em direção a Paquetá, uma cabecinha aparecia na superfície. É ele, coitado. Embiquei para lá, mas quando cheguei perto, decepção, era um caixote boiando. Percorri mais de dez vezes o trecho entre Paquetá e a barra e nenhum sinal dele. O sol já queimava alto. Desesperei, não vou encontrá-lo. O que vou fazer? Voltar para casa e avisar a polícia, os bombeiros, a defesa civil ou a capitania dos portos. Ou todos ao mesmo tempo. Sei lá, minha mulher deve saber o que fazer. Minha mulher! Ela não vai me perdoar nunca. Como é que eu saio para pescar com seu pai e volto sozinho?!? Ela é capaz até de ter um troço. Melhor não voltar para casa e procurar um pouco mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percorro novamente o trecho até a barra do rio e penso que talvez ele tenha caído dentro do rio. Será? Mas eu olhei bem e não vi nenhum sinal dele, quando me dei conta que ele tinha sumido. Não custa nada voltar lá e dar outra olhada. Nada... Volto para a baía e desisto. Volto arrasado para Paquetá. Como vou dar essa notícia à minha família? Com certeza eles vão estar na praia com as crianças e vão perceber o barco voltando antes da hora. Vão estranhar que eu esteja voltando tão cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dobro o cabo da Moreninha e me aproximo da praia. De longe procuro pela minha família, onde eles costumam ficar. Acho que reconheço minha mulher. É ela? Não sei, tem tanta gente na praia. Estranho... Parece que estão olhando para mim. Hesito, diminuo a marcha do barco. Parece que também tem polícia na praia. Hesito, diminuo a marcha do barco. Um pouco mais perto tenho a certeza que alguma coisa estranha está acontecendo na praia. De repente, tenho um estalo: estão me esperando para me prender! Vão pensar que eu matei o meu sogro. Embico o barco para a direita e toco para oeste, bem rápido. Olho para trás e vejo que estão acenando para mim. Será que reconheceram o barco? É lógico que sim. Agora não posso mais voltar para casa. Pelo menos enquanto não encontrar o velho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que talvez ele tenha sido pego por alguma corrente marítima e levado para o trecho entre a praia de Mauá e a Ilha do Governador. É isso. É melhor dar uma olhada nesse trecho. Percorro o trecho inúmeras vezes e nada, nem sinal do velho. Imagino então que tenha sido arrastado para o canal que vai para a barra da baía. Passo a tarde inteira navegando por entre os cargueiros estacionados entre a ponte e a Ilha do Governador, mas necas... Chego à costa de São Gonçalo e nenhum sinal. Passo por baixo da ponte e vou até a barra. Penso que se ele foi arrastado para cá a situação se complicou muito para ele. Eu sei que ele sabe nadar bem, é capaz de ficar boiando sem se desesperar, mas aqui neste trecho da baía o trânsito de barcos é muito grande. À todo minuto tem barcas e catamarãs cruzando a baía do Rio à Niterói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tarde começa a cair e eu me lembro que nem comi nada. Nem tive fome em nenhum momento. Daqui a pouco vai ser noite e eu tenho que voltar para casa. Toco para Paquetá, resignado. É melhor mesmo desistir, não vou encontrá-lo, é impossível, é como procurar uma agulha em um palheiro. É melhor eu me entregar, enfrentar minha mulher e as autoridades. Vou contar a minha história, o que aconteceu. Não cometi nenhum crime e tenho a consciência tranqüila. É isso. Eles acreditarão em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando em Paquetá, o coração começa a bater forte. Na praia, muita gente me esperando. Olho e ao longe reconheço minha mulher, acenando pra mim, ao lado de meus filhos. Muita gente chegando à praia para me ver. Mas o que é isso? Quem é aquele ali, ao lado da minha mulher? É meu sogro! Não pode ser! Sim, é ele mesmo! Uma sensação de alívio indescritível toma conta de mim. Saio do barco eufórico e o abraço. Começo a chorar, enquanto ele me conta que havia se desequilibrado e caído do barco ali mesmo, a cinco metros da praia, quando partíamos para nossa pescaria. Gritou para mim, mas eu não ouvi e toquei em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem consegui explicar direito por que passei tanto tempo sem me dar conta que ele não estava mais no barco, nem por que não voltei para casa tão logo percebi que ele havia caído. Me enrolei todo nas explicações, mas quando eles perceberam que eu não voltei por que tinha ficado com medo de ser preso, deram uma boa gargalhada. E foi assim que essa quase tragédia terminou numa comédia que certamente nunca iremos esquecer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-1243142755482796838?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/1243142755482796838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/1243142755482796838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/02/frias-em-paquet.html' title='Férias em Paquetá'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-8561781858232423251</id><published>2007-02-05T20:58:00.000-03:00</published><updated>2007-02-05T21:08:03.817-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tecnologia'/><title type='text'>Xadrez high-tech</title><content type='html'>&lt;div class="post-body"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="CLEAR: both"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onclick="window.open('http://turbulence.org/spotlight/thinking/chess.html','Janela','toolbar=no,location=no,directories=no,status=no,menubar=no,scrollbars=no,resizable=no,width=950,height=700'); return false;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5028089505556408210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="Thinking Machine 4" src="http://bp3.blogger.com/_JkZYnqoqdlo/Rcdcw-2PJ5I/AAAAAAAAAFQ/r74rLhc1XmI/s400/opening-wave.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify" align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para quem gosta de jogar xadrez, este jogo é uma novidade deliciosa. As regras são as mesmas do jogo clássico, mas enquanto o computador "pensa" na próxima jogada, é possível ver no tabuleiro em que peças ele está pensando. Confira. Desafie o computador para uma partida. É só clicar no tabuleiro e sair jogando com as brancas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="CLEAR: both; PADDING-BOTTOM: 0.25em"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-8561781858232423251?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8561781858232423251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8561781858232423251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/02/xadrez-high-tech.html' title='Xadrez high-tech'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_JkZYnqoqdlo/Rcdcw-2PJ5I/AAAAAAAAAFQ/r74rLhc1XmI/s72-c/opening-wave.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-3921717069619404713</id><published>2007-01-30T21:30:00.000-03:00</published><updated>2007-03-13T21:41:24.881-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Devolva-me - Adriana Calcanhoto</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pGlbGPeULc0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pGlbGPeULc0" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rasgue as minhas cartas&lt;br /&gt;E não me procure mais&lt;br /&gt;Assim será melhor meu bem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retrato que eu te dei&lt;br /&gt;Se ainda tens não sei&lt;br /&gt;Mas se tiver devolva-me&lt;br /&gt;Deixe-me sozinho&lt;br /&gt;Porque assim eu viverei em paz&lt;br /&gt;Quero que sejas bem feliz&lt;br /&gt;Junto do seu novo rapaz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rasgue as minhas cartas&lt;br /&gt;E não me procure mais&lt;br /&gt;Assim vai ser melhor meu bem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retrato que eu te dei&lt;br /&gt;Se ainda tens não sei&lt;br /&gt;Mas se tiver&lt;br /&gt;devolva-me,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O retrato que eu te dei&lt;br /&gt;Se ainda tens não sei&lt;br /&gt;Mas se tiver devolva-me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devolva-me,&lt;br /&gt;Devolva-me&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-3921717069619404713?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/3921717069619404713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/3921717069619404713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/01/devolva-me-adriana-calcanhoto.html' title='Devolva-me - Adriana Calcanhoto'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-6262323833692806510</id><published>2007-01-20T20:26:00.000-03:00</published><updated>2007-01-20T20:37:17.762-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Prainha</title><content type='html'>&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5022259009884747506" style="FLOAR: left; MARGIN: 0px auto 10px; TEXT-ALIGN: right" alt="Mariana Aydar" src="http://bp0.blogger.com/_941HUQCEapU/RbKl9d4vdvI/AAAAAAAAABI/mbgeqJ7B2Vw/s400/folder.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Vontade de ir pr'aí, prainha&lt;br /&gt;Vontade de ficar na minha&lt;br /&gt;Onde o sol à tardinha se esconde&lt;br /&gt;Onde a noite escura nem é&lt;br /&gt;Onde o mar vem lavar o meu pé&lt;br /&gt;Onde só não me sinto sozinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praia aô, biribando só&lt;br /&gt;Vou sem bando ô&lt;br /&gt;É assim que eu me sinto melhor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praia aô, biribando só&lt;br /&gt;Vou sem bando ô&lt;br /&gt;É assim que eu me sinto melhor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-6262323833692806510?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/6262323833692806510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/6262323833692806510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/01/prainha.html' title='Prainha'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_941HUQCEapU/RbKl9d4vdvI/AAAAAAAAABI/mbgeqJ7B2Vw/s72-c/folder.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-8775413022289239754</id><published>2007-01-17T21:08:00.000-03:00</published><updated>2007-01-17T21:09:31.878-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imaginadouro'/><title type='text'>Conversa absurda</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- Boa tarde. Telefônica. Em que posso ser útil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Boa tarde. Eu gostaria de cancelar este celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E por que o senhor gostaria de cancelar esta linha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, eu prefiro não dizer o motivo. É coisa minha. Quero apenas cancelar e pronto. Pode ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, senhor. Aguarde um momento que o sistema está processando as informações... Só mais um momento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou esperando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhor, há um problema. Este celular não está em seu nome. Está no nome de Matilde Soares de Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, é minha esposa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhor, me desculpe, mas nesse caso não podemos cancelar a linha. Somente o titular pode solicitar o cancelamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mas quem comprou o aparelho fui eu, e dei de presente para ela!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhor, eu lamento. Estamos autorizados apenas a cancelar a linha se Dona Matilde fizer a solicitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Então está certo. Passar bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marido de Dona Matilde bate o telefone, com raiva. Levanta-se, vai à cozinha e bebe um copo d’água. Volta ao quarto, pega o telefone e liga novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Boa tarde. Telefônica. Em que posso ser útil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Boa tarde. Eu gostaria de cancelar este celular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E por que o senhor gostaria de cancelar esta linha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, eu prefiro não dizer o motivo. Quero apenas cancelar e pronto. É possível?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, senhor. Aguarde um momento que o sistema está processando as informações... Só mais um momento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou esperando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhor, este celular está em nome de Matilde Soares de Lima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, é o meu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sou Matilde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O senhor é Matilde Soares de Lima?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sim, o meu nome é Matilde. Algum problema?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não, senhor, nenhum problema. O seu telefone será cancelado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-8775413022289239754?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8775413022289239754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8775413022289239754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/01/conversa-absurda.html' title='Conversa absurda'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-3237018475221692230</id><published>2007-01-16T15:08:00.000-03:00</published><updated>2007-01-16T15:22:59.402-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cotidiano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='geografia'/><title type='text'>Para o bem ou para o mal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O jornal inglês &lt;a href="http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?xml=/news/2007/01/13/wgoogle13.xml"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Telegraph&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; noticiou que a resistência iraquiana está usando o &lt;a href="http://maps.google.com/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Google Earth&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; para atacar tropas inglesas. Numa batida foram encontradas várias impressões de imagens de satélite do Google Earth, mostrando detalhadamente os edifícios no interior das bases inglesas, inclusive as áreas vulneráveis como tendas, lavatórios e o estacionamento dos Land Rovers. As coordenadas geográficas da base estavam escritas no verso de uma das imagens, com precisão exata. A base inglesa em Basra vem sofrendo ataques diários de morteiros, que são lançados a mais de 6 km de distância, e são cada vez mais precisos. Um soldado já morreu e vários ficaram feridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um porta-voz do Google, questionado sobre o assunto, disse que a informação está disponível a todos e tanto pode ser usada para o bem como para o mal, mas não excluiu a possibilidade de retirar as imagens do site caso haja um pedido formal do governo. Ainda assim, os soldados ingleses pensam na possibilidade de processar o Google caso sejam atingidos por algum morteiro guiado pelas imagens do site. “Mesmo que eles apaguem as áreas onde nós estamos, agora é um pouco tarde, pois os terroristas (sic) já sabem exatamente onde nós comemos, dormimos e vamos ao banheiro” - disse um soldado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 200px" alt="Sir Francis Drake" src="http://cache.eb.com/eb/image?id=66628" border="0" /&gt;Esse é mais um capítulo das transformações que o mundo atual está passando, com o poder dos Estados se dissipando, e o indivíduo comum tendo cada vez mais acesso a informação que historicamente sempre foi privilégio dos poderosos. Principalmente a informação geográfica, que por seu valor militar, sempre nos foi sonegada. Não é à toa que reis e poderosos gostavam de ser retratados ao lado de um globo terrestre, em uma clara demonstração de poder. Eu me lembro que há dez anos atrás fui comprar uma carta do Rio de Janeiro na escala 1:50.000 no IBGE e precisei apresentar a minha identidade e preencher um formulário que seria enviado às forças armadas, por causa das várias bases militares que ainda existem no entorno da baía de Guanabara. Entretanto, ironicamente já naquela época, se eu quisesse poderia importar esta mesma carta dos Estados Unidos, onde era vendida livremente em qualquer banca de jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, qualquer um com acesso à internet pode não apenas ter acesso a uma carta, mas a uma imagem de satélite, que é muito mais informativa, além de estar numa escala menor. Eu acredito que estamos vivendo um processo irreversível em que a internet está rompendo fronteiras e promovendo uma revolução silenciosa. O mundo resultante desse processo eu não sei exatamente como será, mas penso que se os Estados não se adaptarem serão atropelados pelas mudanças. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-3237018475221692230?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/3237018475221692230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/3237018475221692230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/01/para-o-bem-ou-para-o-mal.html' title='Para o bem ou para o mal'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-8249447784409203688</id><published>2007-01-15T20:28:00.000-03:00</published><updated>2007-01-15T22:26:11.466-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotografia'/><title type='text'>A Parede Gaudenziana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://haltadefinizione.deagostini.it/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5020410078003427026" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="Parete Gaudenziana" src="http://bp2.blogger.com/_941HUQCEapU/RawUXd4vdtI/AAAAAAAAAAw/4xZoPt0oVnM/s400/vitadicristo.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Encontrei, navegando pela web, um magnífico site, onde é exibida uma &lt;a href="http://haltadefinizione.deagostini.it/"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;fotografia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; de 8.6 Gigapixels de um afresco da igreja de Santa Maria Delle Grazie, em Varallo Sesia, no Piemonte, Itália. É provavelmente a maior foto digital do mundo, mas na verdade trata-se de uma composição de 1145 fotos "coladas" por um supercomputador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem tem banda larga pode apreciar esta imagem que é uma verdadeira viagem, no tempo e no espaço. Uma viagem de volta à Renascença. É possível aproximar a imagem e observar cada detalhe do afresco, que retrata a vida de Cristo em 21 quadros. Foi pintada em 1513 por &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gaudenzio_Ferrari"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Gaudenzio Ferrari&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e é conhecida como a Parede Gaudenziana. Vale a pena ligar o som e se deixar levar pela música de Mozart ao fundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-8249447784409203688?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8249447784409203688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/8249447784409203688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/01/parede-gaudenziana.html' title='A Parede Gaudenziana'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_941HUQCEapU/RawUXd4vdtI/AAAAAAAAAAw/4xZoPt0oVnM/s72-c/vitadicristo.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-3873108794696399346</id><published>2007-01-14T06:28:00.000-03:00</published><updated>2007-01-14T06:29:46.630-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imaginadouro'/><title type='text'>Um chope celestial</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;- Você foi uma mulher na última encarnação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase saiu de brincadeira, para sacanear o Veloso, da mesma forma como várias outras vezes eu o sacaneara enquanto tomávamos o nosso chope no botequim do Antunes. Foi exatamente neste botequim que eu conheci o Veloso, quando vim morar na Tijuca. Passei a freqüentar o pé-sujo, onde eventualmente fazia um pit-stop ao voltar do trabalho para casa. Tomava meia dúzia de chopes e jogava conversa fora. O Veloso era habitué do Antunes. Batia ponto quase que diariamente e assim tornamo-nos companheiros de bebida e discutíamos todos os problemas do Brasil. Tínhamos a solução para todos os males, desde a inflação, até a violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso papo muitas vezes descambava para a gozação, principalmente quando o Paulinho estava presente. Muito moleque e gozador, o Paulinho animava bastante a nossa conversa e tornava-a mais amena. A seriedade das grandes questões nacionais se esvaía e conversávamos sobre futilidades, mulheres e futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquela noite estávamos os três em pé, ao balcão, e cada um já havia bebido uns cinco chopes. Inexplicavelmente, o assunto ficou sério.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E você acredita nisso? Em reencarnação? – retrucou o Veloso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Acredito. Eu sou espírita. – respondi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Bom, respeito sua crença, mas eu não acredito nisso. Sou católico, você já deve ter percebido – disse o Veloso enquanto puxava um cordão com um crucifixo para fora da camisa, para nos mostrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando nós nos demos conta, estávamos discutindo religião, algo que nunca havíamos feito antes. Ficamos sabendo que o Paulinho era ateu. Não acreditava em vida após a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para mim a vida é essa só. Não existe isso de você acordar no céu, ou nascer de novo em outro corpo. Morreu, acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei por que essa conversa, que aconteceu há tanto tempo atrás, marcou-nos tanto. Talvez por estabelecer as diferenças fundamentais de três amigos tão parecidos, com vidas tão parecidas. É curioso que o Brasil nos proporcione isto. Cada um tem sua crença íntima e o outro aceita e respeita, sem que isso nos torne diferentes. Continuamos a freqüentar o mesmo boteco, a tomar nossa cerveja e a levar nossa vida. As guerras religiosas dos outros povos são quase incompreensíveis para nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem morreu primeiro foi o Veloso, de câncer no pulmão. Acompanhamos, Paulinho e eu, o seu sofrimento de longe. Parou de ir ao Antunes e internou-se. Quem nos deu a notícia trágica foi o próprio Antunes, numa quarta-feira chuvosa de janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns anos depois aposentei-me e mudei-me para Maceió. Vinha ao Rio esporadicamente, para visitar minha filha e rever os amigos. Numa dessas vindas fiquei sabendo que o Paulinho falecera, e imediatamente lembrei-me de nossa conversa sobre vida após a morte, tantos anos atrás. “Agora os dois já sabem o que acontece, – pensei cá comigo. – Será que vamos voltar a nos ver?” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Portanto não fiquei surpreso que uma das primeiras pessoas que vi, após a minha morte, tenha sido o Veloso. Lá estava ele, com a mesma fisionomia de 40 anos atrás, sorrindo a me ver chegar. Deu-me um abraço caloroso seguido de um “bem vindo ao Céu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Céu? Estamos no realmente no Céu? Você estava certo, então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Na verdade a coisa aqui é um pouco mais complicada. Todos nós estávamos certos, pois o que nos acontece após a morte é exatamente aquilo que acreditávamos em vida. Quem acredita que vai para o Céu, realmente vem para o Céu. Eu até me arrependo de não ter me tornado muçulmano para ser recebido por 72 virgens. – riu. – Portanto, meu amigo, vamos aproveitar esse tempo juntos para matar as saudades, pois você em breve vai voltar para uma nova vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flanamos até um bar próximo onde tomamos um chope celestial relembrando os velhos tempos. Não tive coragem de perguntar pelo Paulinho.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-3873108794696399346?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/3873108794696399346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/3873108794696399346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/01/um-chope-celestial.html' title='Um chope celestial'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-4242037993160863552</id><published>2007-01-13T13:38:00.000-03:00</published><updated>2007-03-03T22:20:38.486-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fotografia'/><title type='text'>Tirando fotos no formato RAW</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Minha máquina digital tira fotos em formato &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/RAW_image_format"&gt;RAW&lt;/a&gt;. Eu não sabia qual a vantagem de usar este formato e até hoje não tinha usado essa funcionalidade. Um colega, fotógrafo profissional, me deu uns bizus e comecei a experimentar tirando algumas fotos em formato &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/RAW_image_format"&gt;RAW&lt;/a&gt;. O resultado foi fabuloso. A qualidade das minhas fotos melhorou absurdamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou um fotógrafo profissional, apesar de possuir uma máquina que considero boa. Uma máquina bem superior à minha capacidade de usá-la. São tantos botões e funções que eu não consigo decidir qual deles usar e acabava perdendo o melhor momento para tirar a foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande vantagem em usar esse formato &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/RAW_image_format"&gt;RAW&lt;/a&gt; é que não preciso me preocupar tanto com isso na hora de tirar a foto. Posso me concentrar no &lt;em&gt;timing&lt;/em&gt; sem me importar se estou com ISO 100 ou 400, por exemplo. Ponho no automático e tiro a foto. O formato &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/RAW_image_format"&gt;RAW&lt;/a&gt; captura todas as informações do ambiente no momento em que a foto foi tirada e tudo (ou praticamente tudo) pode ser customizado depois por &lt;em&gt;software&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a foto ficou muito escura, pode ser clareada. Se alguns detalhes não estão muito nítidos, podem ser realçados. É realmente impressionante a diferença que o software pode fazer numa foto, como no exemplo abaixo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; TEXT-ALIGN: center" alt="Praia Vermelha" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/483/4288/320/241816/original45.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Na foto acima, original, as cores não estão realçadas, principalmente no mar e na vegetação ao fundo. Na foto abaixo, após a modificação, é possível ver detalhes na vegetação no fundo, atrás da casa e o mar parece mais transparente, reproduzindo a situação do momento em que tirei a foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; TEXT-ALIGN: center" alt="Praia Vermelha" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/483/4288/320/753160/modificado45.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;É claro que um fotógrafo profissional é capaz de obter o mesmo resultado mexendo nos botões da máquina. Mas para quem não tem a prática que eles têm, a melhor opção é realmente usar este formato &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/RAW_image_format"&gt;RAW&lt;/a&gt;. O melhor é que o &lt;em&gt;software&lt;/em&gt; para manipular os arquivos &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/RAW_image_format"&gt;RAW&lt;/a&gt; pode ser baixado gratuitamente na &lt;a href="http://www.pixmantec.com/products/rawshooter_essentials.asp"&gt;Pixmantec&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Veja também o &lt;a href="http://imaginadouro.blogspot.com/2007/02/formato-raw-faq.html"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;faq&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; sobre o formato RAW.&lt;/span&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;TAGS: &lt;a class="techtag" href="http://technorati.com/tag/photo" rel="tag"&gt;photo&lt;/a&gt; &lt;a class="techtag" href="http://technorati.com/tag/fotografia" rel="tag"&gt;fotografia&lt;/a&gt; &lt;a class="techtag" href="http://technorati.com/tag/formato+RAW" rel="tag"&gt;formato RAW&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-4242037993160863552?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/4242037993160863552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/4242037993160863552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/01/tirando-fotos-no-formato-raw.html' title='Tirando fotos no formato RAW'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-7715512447199200621</id><published>2007-01-12T13:13:00.000-03:00</published><updated>2007-03-24T21:42:37.751-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>Recordando Rubem Braga</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje, &lt;a href="http://www.releituras.com/rubembraga_bio.asp"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Rubem Braga&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; completaria 94 anos. Ainda ontem estava relendo suas crônicas, que me transportam para um tempo em que a vida era muito, muito diferente. E aí é como se eu me acalmasse e me esquecesse da correria da vida moderna. Correria que não nos leva a lugar algum, só nos deixa mais estressados. Eu fico lendo essas crônicas simples, falando de passarinhos, árvores, praias, mulheres e borboletas e fico imaginando se os tempos atuais seriam capazes de produzir um escritor como Rubem Braga. Acho difícil...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Veja também:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://imaginadouro.blogspot.com/2007/03/o-sino-de-ouro.html"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;O sino de ouro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="techtag" href="http://technorati.com/tag/Rubem+Braga" rel="tag"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-7715512447199200621?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/7715512447199200621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/7715512447199200621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/01/lembrando-de-rubem-braga.html' title='Recordando Rubem Braga'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2307150906257819254.post-1379223588872438890</id><published>2007-01-11T13:10:00.000-03:00</published><updated>2007-01-28T21:12:58.901-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><title type='text'>Vida longa ao Rei</title><content type='html'>&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="Reinaldo" src="http://www.museudosesportes.com.br/img_noticias/4562.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei de ver no Globo Esporte uma reportagem sobre o Reinaldo, que hoje completa 50 anos de idade. Um dos melhores jogadores que já vi jogar. Fazia gol de tudo quanto era jeito, era daqueles que deixava o zagueiro caído no chão. Teve uma carreira muito curta, destruída pela violência dos adversários que acabou levando a uma séria lesão no joelho. Não tão séria quanto a lesão do Ronaldo, mas naqueles tempos a medicina não tinha tantos recursos como hoje em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me lembro daquela final do Atlético contra o Flamengo no Maracanã, em que o Reinaldo se machucou e, como não podia mais ser substituído, ficou em campo fazendo número. Mesmo mancando, atormentou a defesa rubro-negra, fez um gol e teria feito outro no último minuto se o José de Assis Aragão não tivesse marcado impedimento equivocadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás aquele time do Atlético era um timaço, também tinha o Éder, o Toninho Cerezo, o Palhinha. Uma injustiça que não tenha conquistado nenhum título nacional, nem internacional. Se o campeonato nacional foi surrupiado por um árbitro paulista, a perda da Libertadores foi obra de um carioca, um dos piores árbitros que já vi apitar na minha vida: José Roberto Wright. O que ele fez no jogo de desempate, em Goiânia, foi de fazer o Edílson Pereira de Carvalho parecer ser um ladrão de galinhas amador. Até hoje me revira o estômago quando assisto ao video. Confira aí embaixo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="350"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PwwXKwHm6BI&amp;amp"&gt;&lt;/param&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/PwwXKwHm6BI&amp;amp" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2307150906257819254-1379223588872438890?l=imaginadouro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/1379223588872438890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2307150906257819254/posts/default/1379223588872438890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://imaginadouro.blogspot.com/2007/01/vida-longa-ao-rei.html' title='Vida longa ao Rei'/><author><name>cajuzé</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
